segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sinceramente, ainda acredito no amor, mas não naquele amor inventado pelo século XXI, aquele “eu te amo” banalizado; acredito no amor das pessoas que estão ali todos os dias prontas pra morrer um pouquinho por você, não digo no sentido de perder a vida, mas sim de se sacrificar somente pelo seu bem-estar, sejam amigos, parentes ou pais. Desconsidero qualquer forma de amor inventada pelos casalzinhos adolescentes de 1 semana de namoro que logo já vão dizendo que amam, porque amor, amor mesmo de verdade é um sentimento sagrado, algo pelo qual se vale viver e morrer, não que eu esteja dizendo que é necessário tempo para se amar uma pessoa mas sim que seja necessário tempo para definir por quem vale a pena viver e morrer.

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